Teses, Dissertações e Monografias

Acesse a listagem abaixo para conhecer algumas das teses, dissertações e monografias desenvolvidas pelos alunos de pós-graduação do Departamento de Engenharia de Construção Civil da Escola Politécnica.

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  • Caracterização da madeira de eucalipto para a construção civil PDF
    • Aluno: José Tarcísio da Silva Oliveira
    • Orientador: Joao Cesar Hellmeister
    • Categoria: Doutorado
    • Ano: 1998

    A utilização racional da madeira como material de construção é obtida somente com o conhecimento de sua constituição química e anatômica, que irão influenciar nas suas propriedades e adequação aos mais diferentes propósitos gerais. Devido à necessidade de um estudo mais profundo das características da madeira e respectiva adequação, nas mais variadas formas de utilização na construção civil, principalmente em relação às madeiras de reflorestamento, este trabalho teve os seguintes objetivos: a) - demonstrar cientificamente aos profissionais ligados à Engenharia Civil, a utilização da madeira de eucalipto como alternativa para o setor da construção civil; b) - a nível de embasamento teórico-bibliográfico a discussão deaspectos relacionados aos principais grupos de plantas produtoras de madeira, a composição química e anatômica, bem como relações com propriedades da madeira, o gênero Eucalyptus e aspectos envolvidos na utilização de sua madeira; e c) -elaboração de um glossário, com definições dos principais termos relacionados à tecnologia da madeira. Neste estudo foram utilizadas madeiras das espécies de Eucalyptus citriodora, E. tereticornis, E. paniculata, E. pilularis, E. cloeziana, E.urophylla, e E. grandis, com idade média de aproximadamente dezesseis anos, provenientes da Estação Experimental de Ciências Florestais de Anhembi-SP, do Departamento de Ciências Florestais da ESALQ/USP. Com a utilização da madeira de trinta e cinco árvores, a parte||experimental foi abrangida por estudos de parâmetros dendrométricos, teor de umidade, densidade básica, anatomia, retrabilidade, durabilidade natural, densitometria de raios-X, entre outros. As propriedades e ou características, foram estudadas levando em consideração principalmente a variação radial e ao longo do tronco das árvores. Os ensaios experimentais foram desenvolvidos no Laborátorio de Anatomia e Identificação de Madeiras da ESALQ/USP, em laboratórios ) do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo - IPT, e também no Laboratório de Madeiras e Estruturas de Madeiras - LaMEM/EESC/USP. Foram observados perfis distintos da variação de teor de umidade, densidade, retratibilidade, dimensões dos elementos anatômicos, com comportamento diferenciado das espécies de madeira quanto à durabilidade natural, avaliada pelo desgaste provocado por cupins de madeira seca e perda de massa causada por fungo apodrecedor. Conclui-se neste estudo que a madeira de eucalipto, proveniente de árvores de idade mais avançada, poderão substituir as espécies nativas tradicionais na construção civil e também a necessidade de uma política sustentável de cultivo das espécies estudadas e de outras igualmente promissoras

  • Aço carbono em pastas de gesso de construção PDF
    • Aluno: Sílvia Maria de Souza Selmo
    • Orientador: Vahan Agopyan
    • Categoria: Doutorado
    • Ano: 1997

    A corrosão do aço carbono em pastas de gesso vem sendo estudada de forma esporádica e com resultados controvertidos. Pelas perspectivas de uso de aglomerantes com menor reserva alcalina e de fosfogesso, que pode ser menos agressivo, realizou-se esta pesquisa. Os objetivos foram: a) avaliar se a relação água/gesso (a/g) e a porosidade resultante podem afetar a corrosão; b) verificar a aplicação de técnicas eletroquímicas neste meio. Após testes iniciais, optou-se por usar as técnicas de espectroscopia de impedância e polarização potenciodinâmica. Os ensaios de impedância foram feitos até 480 dias, para o aço em pastas de gesso natural de a/g 0,80; 0,60 e 0,40 (aditivada), com três condições de exposição: à câmara úmida, simulação de umidade acidental e secagem natural, seguidas por condicionamento em ambiente com U.R. de 80% a 95%. Em câmara úmida, até 100 dias houve maior expansão das pastas e este processo afetou as medidas de Rp e de resistência ôhmica, no eixo 'Z IND.re' do Diagrama de Nyquist. Após esta fase, foi possível estimar taxas de corrosão pela resistência ôhmica da pasta, obtida na região da alta freqüência deste eixo, e com B de 26 a 52 mV (sendo B = 'b IND.a'.'b IND.c'/2,3('b IND.a'+bIND.c'), e 'b IND.a', b IND.c' as constantes de Tafel). As curvas de polarização com as pastas saturadas (50 e 176 dias) foram indicativas de controle misto, mas com baixo grau de ajuste à equação de Wagner-Traud. Para o aço imerso nas pastas em equilíbrio higroscópico com||ambiente normal, desde a moldagem (baixo teor de umidade), existe tendência à corrosão localizada e constatou-se aparente relação entre a área catódica e os valores de Z ou 'Z IND.re', para polarização total do eletrodo ('teta' = 0). Quanto às pastas de menor relação a/g ('

  • A estruturação da cidade pelas rotinas urbanas PDF
    • Aluno: Witold Zmitrowicz
    • Orientador:
    • Categoria: Livre docência
    • Ano: 1997

    O trabalho tem por objetivo discutir os processos de estruturação das aglomerações urbanas. A idéia fundamental é a de que os fatores mais importantes no desenvolvimento das cidades não são as estruturas criadas, mas as rotinas urbanas dos seushabitantes. O conceito de estrutura como um conjunto de elementos condicionando um fluxo pode ser aplicado aos sistemas territoriais. Aglomerações humanas podem ser analisadas de diversos pontos de vista, físicos e não-físicos. No primeiro caso, podemos ver o desenvolvimento de usos do solo como uma função de fluxos de matéria, energia, pessoas e informações, direcionados por estruturas compostas de elementos espaciais. No outro caso, as estruturas são criadas nas mentes dos sereshumanos, e têm influência sobre decisões que modificam as realidades físicas no território. Em aglomerações humanas, a estabilidade das estruturas depende da criação de rotinas em atividades urbanas e seus fluxos correspondentes. Estruturas, para serem construídas, necessitam viabilidade econômica e política, que não é oferecida no caso de fluxos não-regulares. Por outro lado, a eficiência do seu desempenho necessita de padrões a serem impostos aos fluxos para ajustá-los às estruturas em uso. Análises de mudanças nos fluxos orgânicos, inorgânicos ou de pessoas nas áreas urbanas e nas conexões de infraestrutura e transportes, indicam que esses processos, na era da revolução científico-tecnológica, ocorrem rapidamente. Portanto, precisamos||de estruturas urbanas mais flexíveis, pois estruturas onerosas e rígidas vão tornar cada vez mais difícil o desenvolvimento humano nas nossas cidades

  • Texto que sistematiza criticamente a obra do autor PDF
    • Aluno: Alex Kenya Abiko
    • Orientador:
    • Categoria: Livre docência
    • Ano: 1997

    A nossa trajetória profissional, como professor e pesquisador, sempre esteve relacionada à Habitação e posteriormente à Engenharia e ao Planejamento Urbano em seus diversos aspectos. Este direcionamento foi resultado de uma opção feita ainda durante o curso de graduação em Engenharia Civil na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, EPUSP, quando, com um grupo de colegas, procuramos conhecer os problemas da habitação popular, identificando formas de atuar na solução desses problemas por meio do conhecimento técnico adquirido nos bancos escolares. Ainda como estudantes fomos para a periferia da cidade de São Paulo, conhecer as habitações populares e deparamos com uma realidade desconhecida. Fomos apresentados àscasas precárias de periferia, às casas auto construídas, as quais são contruídas pelos próprios moradores, contando com a ajuda de amigos e parentes. Essas casas, quase sempre localizadas em terrenos com situação irregular, são construídas deforma também irregular. A maneira pela qual atuamos contribuindo para a solução do problema de habitaçào popular, foi por intermédio de assessoramento técnico às comunidades, resolvendo questões de construção e de projeto. Toda a atividade era voluntária, sem remuneração e independente, isto é, estávamos trabalhando sem nenhuma associação quer com movimentos sociais organizados ou com a igreja, que à época era muito atuante na periferia. Após a nossa formatura, em 1973, continuamos por dois anos esse||trabalho de assessoramento voluntário e direto aos auto construtores. No entanto, como engenheiros civis tínhamos necessidade de estabelecer uma vida profissional, e desde recém-formados optamos por trabalhar com assuntos dealguma forma relacionados à habitação e à engenharia urbana. Ao longo de 24 anos dedicados à engenharia civil, procuramos então desenvolver diversas atividades todas elas comprometidas com a melhoria da qualidade de vida das comunidades ) e dos indivíduos nelas inseridas, através da contribuição da tecnologia e da engenharia. O presente texto sistematiza criticamente as nossas atividades de docente e de pesquisador, enfatizando as que foram desenvolvidas em nossa carreira de Professor Doutor e as que desempenhamos nos últimos 5 anos. Neste percurso profissional, é preciso acrescentar que sempre procuramos trabalhar de forma sistêmica e integrada, envolvendo outras áreas do conhecimento além da engenharia civil pois entendemos que a habitação e a questão urbana necessitam de um enfoque multidisciplinar, pois o encaminhamento de suas soluções é complexo e multifacetado

  • Avaliação do grau de corrosão das armaduras em estruturas com concreto carbonatado PDF
    • Aluno: Nelson Emilio Díaz Brito
    • Orientador: Paulo Roberto do Lago Helene
    • Categoria: Mestrado
    • Ano: 1997

    A corrosão por carbonatação nas estruturas de concreto armado, em cidades do interior do Brasil, se encontra entre as patologias mais freqüentes. Esta dissertação faz parte do Projeto FAPESP "Pesquisa para a Normalização de Materiais e Sistemas de Reparo em Estruturas de Concreto com Corrosão de Armaduras", e foi direcionada à avaliação da vida útil de estruturas carbonatadas. Para tal propósito, se definiram dois objetivos fundamentais: avaliar, ao longo do tempo, o comportamento da velocidade de corrosão ('i IND.corr) e, buscar a correlação desta propriedade com o potencial de corrosão (Ecorr) e a resistividade elétrica do concreto ('rô'), que são mais fácil de medir. A estrutura selecionada para o estudo é o edifício de Engenharia Civil da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, e logo após a inspeção visual, observou-se que tinha um avançado estado de deterioração causado pela corrosão das armaduras, devido à carbonatação. Durante um ano se realizou a inspeção detalhada da estrutura, sendo avaliadas, entre outras, as propriedades eletroquímicas, para as quais foi usado o Gecor 6, que é um equipamento com princípio de funcionamento baseado na Resistência de Polarização Linear. Os resultados de quatro momentos de leitura reportaram aspectos de grande interesse teórico e prático para os estudos de avaliação, entre eles: A 'i IND.corr', nas condições atmosféricas da cidade de São Paulo, pode alcançar valores significativamente maiores que os||relatados na literatura para países de climas temperados e frios; A 'i IND.corr', num mesmo ponto de avaliação, em diferentes estações do ano, manifestou um comportamento variável, o que implica que qualquer tentativa de estimar a tendência no comportamento desta propriedade, deve ser sobre a base do valor médio das leituras em vários pontos; As variações nas condições atmosféricas geram variações importantes na magnitude da 'i IND.corr'. Para a corrosão por ) carbonatação, na cidade de São Paulo, se verificou a existência de dois períodos de diferente comportamento: o de seca, que seria em outono e inverno, e o de chuva, durante a primavera e o verão; Não foi possível encontrar uma relação entre a 'i IND.corr' e o Ecorr ou a 'rô', com confiabilidade estatística; Os valores que o Gecor 6 fornece, interpretados corretamente, têm grande importância para os estudos de avaliação e, acredita-se que no futuro seja possível definir índices ou curvas, de estimação da vida útil, segundo os tipos de concreto para os diferentes ambientes


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