Teses, Dissertações e Monografias

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  • Suscetibilidade de pastas de cimento ao ataque por sulfatos - método de ensaio acelerado PDF
    • Aluno: Rui Barbosa de Souza
    • Orientador: Vanderley Moacyr John
    • Categoria: Mestrado
    • Ano: 2006

    O presente trabalho tem por objetivo investigar e propor uma metodologia rápida e eficaz de avaliação da reatividade do cimento Portland frente ao ataque por soluções agressivas de sulfatos, fundamentada em ferramentas de caracterização comumente utilizadas em engenharia de materiais, como difração de raios-X, termogravimetria e análise química. O método proposto consiste na utilização de amostras de pasta de cimento hidratada em pó, colocadas em contato direto com soluções concentradas de 'Na IND.2'S'O IND.4' (2810 e 45426ppm de S'O IND.4 POT.2-') e MgS'O IND.4' (2810 e 54424ppm de S'O IND.4 POT.2-'), em temperatura elevada (65°C), para acelerar o ataque e eliminar variáveis que são função da porosidade e permeabilidade da pasta. Como diferencial o método apresenta a vantagem de eliminar a interferência da difusão (utilização das amostras em pó) e considerar a reação química deletéria. Apesar dos cimentos estudados possuírem composição química parecida, os resultados de S'O IND.3' combinado mostraram que o cimento para cimentação de poços petrolíferos (Classe G) foi pouco menos suscetível ao ataque por sulfatos em função do maior teor de 'Fe IND.2''O IND.3' presente. Da TG e DRX observou-se a formação de etringita no ataque por ambos os sais de sulfato; e formação de gipsita no ataque por MgS'O IND.4'. Enquanto havia disponibilidade de portlandita na pasta hidratada, o cimento com adição mineral incorporada apresentou mesma taxa de ataque que os demais (sem adição),||entretanto a partir do momento que toda a portlandita foi consumida, iniciou-se um processo de descalcificação do C-S-H, observado pela DRX

  • Análise comparativa de argamassas colantes de mercado através de parâmetros reológicos PDF
    • Aluno: Marienne do Rocio de Mello Maron da Costa
    • Orientador: Maria Alba Cincotto
    • Categoria: Doutorado
    • Ano: 2006

    O presente trabalho propõe o entendimento do comportamento no estado fresco de argamassas colantes, com base na caracterização reológica e físico-química de diferentes composições comerciais, servindo de base para analisar o fenômeno de deslizamento, a partir do ensaio estabelecido na norma brasileira. Para isso, foi utilizado o ensaio "Squeeze flow" (escoamento por compressão axial), empregado na caracterização de argamassas de revestimento no laboratório de microestrutura do CPqDCC da EPUSP, como ferramenta de análise do comportamento de argamassas colantes. Neste ensaio, o escoamento do material decorre da aplicação de uma carga de compressão sobre a amostra no estado fresco, a qual ocasiona deslocamentos no seu interior devido a esforços de cisalhamento radiais originados durante o fluxo. O critério de seleção das argamassas colantes comerciais (tipo AC-I) se baseou nos resultados do ensaio de deslizamento, escolhendo-se duas com resultado muito abaixo do limite especificado, duas com resultado próximo do limite e outras duas com resultado acima do mesmo. A composição química e física foi caracterizada com o objetivo de embasar a análise dos resultados obtidos no "Squeeze flow". A separação da fração fina das argamassas na peneira no.200 contribuiu para o conhecimento da viscosidade da pasta e da sua influência no comportamento reológico das argamassas. Foi observado que as argamassas estudadas apresentam diferenças de composição físico-química e||de comportamento reológico. As diferenças de comportamento reológico das argamassas decorrem de ação sinérgica de alguns parâmetros da composição, com destaque para a distribuição granulométrica. O "Squeeze flow" mostrou-se uma ferramenta adequada na caracterização das argamassas colantes e contribuiu para explicar o deslizamento estabelecido na norma brasileira, pela proposição de modelos hipotéticos de comportamento

  • Melhoria do desempenho de fibras de coco e sisal para reforço de matrizes cimentícias através de tratamento termomecânico e impregnação de resinas PDF
    • Aluno: Leila Aparecida de Castro Motta
    • Orientador: Vahan Agopyan
    • Categoria: Doutorado
    • Ano: 2006

    O principal objetivo do trabalho é investigar tratamentos que possam melhorar as propriedades das fibras vegetais para reforço de compósitos com matrizes de cimento. Visando reduzir a absorção de umidade, a instabilidade dimensional e a porosidade e melhorar as propriedades mecânicas das fibras de coco e sisal, estas foram submetidas à compressão normal sob temperatura elevada e impregnadas com poliestireno e álcool furfurílico. As fibras de coco prensadas apresentam grande redução da porosidade, aumento do módulo de elasticidade, redução da deformação final e alteração não significativa da resistência à tração para temperaturas abaixo de 200°C. As fibras de sisal prensadas apresentam queda da resistência à tração e pequena elevação do módulo de elasticidade. O tratamento de impregnação das fibras foi mais eficiente quanto à redução da hidrofilicidade das fibras tratadas, chegando a 43 e 55%, para as fibras de coco impregnadas com poliestireno e sisal com álcool furfurílico, respectivamente. As propriedades mecânicas das fibras de coco são melhoradas para todos os tipos de impregnação, por outro lado, as fibras de sisal apresentam queda da resistência à tração com a polimerização das resinas no interior das paredes e lumens. O poliestireno apresenta excelente interação com a estrutura das fibras e preenche grande parte dos lumens, reduzindo sua porosidade. As fibras de coco e sisal impregnadas com poliestireno apresentam melhor aderência à matriz de||cimento dos compósitos estudados, aos 28 dias de idade. No entanto, ensaios cíclicos de molhagem e secagem dos compósitos mostram que as fibras tratadas (impregnação com poliestireno e prensadas a quente) ainda sofrem degradação no meio alcalino agressivo, com conseqüente perda de resistência

  • Reaproveitamento de concreto fresco dosado em central com o uso de aditivo estabilizador de hidratação PDF
    • Aluno: Humberto Ribeiro Benini
    • Orientador: Maria Alba Cincotto
    • Categoria: Mestrado
    • Ano: 2005

    O concreto retornado do canteiro de obras às centrais dosadoras representa sérios problemas ambientais e econômicos. Tanto o concreto fresco quanto a água de lavagem dos caminhões betoneira são classificados como resíduos perigosos pelas principais agências ambientais e, portanto, seu tratamento envolve altos custos à disposição destes resíduos. Um método de reutilização do concreto ainda fresco pelo uso de aditivo estabilizador de hidratação (AEH) é estudado. Sua adição ao concreto retornado permite o controle da reação de hidratação do cimento, podendo permanecer no estado fresco por períodos de até 72 horas. A adição de um aditivo acelerador ou novo concreto à mistura, ativa a hidratação e o concreto pode ser reutilizado da mesma maneira que um concreto convencionalmente produzido. No presente trabalho foi analisado o efeito do AEH nas propriedades de concretos reaproveitados tanto no estado fresco quanto após o endurecimento, além da cinética de hidratação nas primeiras idades. A avaliação comparativa foi realizada com dois cimentos Portland, comercialmente utilizados no mercado de concreto dosado em central com diferentes condições de reaproveitamento, variando-se, nos estudos de laboratório: - O conteúdo de aglomerante nas misturas; - O tempo para adição após o contato do cimento com a água; - O tempo de estabilização do concreto; - O tipo de ativador, pela adição de concreto novo ou aditivo acelerador. Uma mistura foi estabilizada em central||dosadora após atraso de 4,0 horas para adição de AEH e ativada com os dois tipos de ativadores após 16 h. A metodologia adotada para determinar os teores adequados de AEH e ativadores foi adequada para manter o concreto fresco por até 64 horas. Posteriormente, após a sua ativação, o tempo de início de pega permaneceu controlado enquanto os ganhos de resistência mecânica foram equivalentes ao concreto de controle nas idades finais. ) O menor grau de hidratação até os primeiros 3 dias de idade não resultou em prejuízo para as propriedades de resistência mecânica à compressão axial e módulo de elasticidade após 7 dias, em todos os concretos reaproveitados. O calorímetro de condução permitiu avaliar o efeito do AEH na cinética de hidratação durante a estabilização e nas amostras ativadas; foi possível assim um melhor entendimento de seus efeitos sobre o período de indução e aceleração. Os resultados de termogravimetria mostraram que quanto maiores os teores de AEH, ou seja, maiores períodos de estabilização, maiores foram os efeitos residuais na inibição da precipitação e crescimento dos compostos hidratados ricos em Ca2+ (CH e C-S-H). Esses resultados foram coerentes com os valores obtidos de resistência à compressão axial na mesma idade de controle (3 dias). Os compostos hidratados identificados por difração de raios X não sofreram qualquer alteração pela estabilização e ativação em relação as amostras de controle

  • Contribuição ao desenvolvimento da produção e controle de argamassas de revestimento com areia reciclada lavada de resíduos Classe A da construção civil PDF
    • Aluno: Leonardo Fagundes Rosemback Miranda
    • Orientador: Silvia Maria de Souza Selmo
    • Categoria: Doutorado
    • Ano: 2005

    O elevado volume de resíduos da construção civil (RCC) classe A gerado tem incentivado a instalação de usinas de reciclagem em diversas cidades. Mas o processo de reciclagem das usinas nacionais é primário, e os agregados produzidos têm sido usados apenas em obras de pavimentação e aterros, limitando a expansão da reciclagem, o uso pelo mercado e a sua valorização comercial. É necessária então a evolução dos processos de reciclagem de RCC para novas aplicações. Considerando a tradição do uso de argamassas pela construção civil brasileira, o desenvolvimento da produção dessas misturas a partir de areia reciclada, com garantia de qualidade, pode ser uma alternativa viável. Assim, esta tese teve por objetivo desenvolver uma metodologia de produção de argamassas para revestimento de paredes e tetos com areia reciclada em usinas de reciclagem, com garantia de homogeneidade e bom desempenho, como prosseguimento à pesquisa de MIRANDA (2000). Foi criado um programa experimental com cinco fases que avaliou a variabilidade da areia reciclada e das argamassas produzidas na usina de Socorro/SP e testou as seguintes variáveis: controle granulométrico, controle da natureza e do teor de finos < 75 µm por lavagem, classificação visual do RCC e formação de pilhas de homogeneização. As proporções de mistura das argamassas foram definidas a partir de MIRANDA (2000) e de parâmetros de dosagem propostos em SELMO (1989), e fixadas em 1:8 (cimento, areia reciclada não lavada) ou 1:1:8||(cimento, cal, areia reciclada lavada). Os agregados e argamassas foram caracterizados por métodos usuais. Também foram produzidos revestimentos em substratos de alvenarias de blocos de concreto e de tijolos cerâmicos maciços, e verificado o desempenho quanto ao surgimento de fissuras e aderência à tração. Para a análise dos resultados, foram utilizadas ferramentas de controle estatístico de processo. ) Como conclusões, constatou-se que o controle granulométrico da areia reciclada e a classificação visual de RCC não foram suficientes para reduzir a variabilidade das argamassas. Mas, quando o controle de finos < 75 mm foi aplicado através da remoção das partículas < 0,15 µm por lavagem e sua substituição por cal, segundo proposta de MIRANDA (2000), observou-se uma diminuição significativa da variação das propriedades das argamassas, e essa foi ainda mais reduzida com a utilização da técnica de formação de pilhas de homogeneização, em equipamento piloto projetado por este autor. Entretanto, também isso não foi suficiente para se obter um processo sob controle estatístico, em padrões industriais usuais (3'SIGMA'). Não obstante, e dado não haver documento nacional ou internacional com os dados e experiência de campo aqui reunida, a tese é finalizada com uma proposta completa de produção de argamassas em usinas de reciclagem, incluindo o processo de reciclagem, o procedimento de formação de lotes para o controle de qualidade da areia reciclada lavada e das||argamassas, por métodos simplificados e selecionados a partir das correlações observadas neste trabalho entre as propriedades dos agregados e das argamassas


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